Por que  Registramos nossa Marca??

 

Para compreender a importância desse registro, é preciso primeiramente considerar o que ele significa. Isto porque, mais do que um simples “nome”, a sua marca é a maneira pela qual cada um dos seus clientes reconhecerá os produtos e/ou serviços que a sua empresa oferece. Mais do que letras estilizadas, símbolos personalizados ou a combinação de todas essas representações vinculadas a um nome, a marca é uma espécie de “assinatura” que agrega os valores com os quais o consumidor se identifica, dotada da capacidade de se tornar um referencial no seu segmento.

 

Nela estão embutidos seus valores, seus processos, sua ética e mais do que isso. Seus valores e como a sua empresa realiza as ‘entregas de resultados’ aos seus clientes.

 

3 bons motivos para você registrar sua marca

 

Nesse momento, é seu papel mostrar todo esse conjunto de inovações e técnicas, educar o cliente e agregar valor aos seus serviços.
Enfim, por mais que você não goste, a criação/renovação de marcas é algo que ainda permanece no imaginário dos clientes como uma necessidade.

Acreditamos que existem três bons motivos para você proteger juridicamente a marca da empresa.

 

1. Segurança

 

Falar em segurança pode até não ser algo importante quanto falar de inovação e criatividade, mas é essencial para empresas, especialmente quando um projeto deixa de ser um projeto e começa a virar um negócio propriamente dito (começa a escalar).
Em um exemplo simples, imagine um pequeno erro em um logo – ele mal aparece quando impresso em um cartão de visitas. Agora, imagine se você fizer um outdoor com esse logo. O erro provavelmente irá ficar escancarado, para todo mundo ver.

É a mesma coisa na área jurídica. O primeiro ponto, ao pensar em segurança, é que ao registrar sua marca você tem certeza que poderá utilizá-la em toda sua estratégia de Marketing.
Para isso é necessário fazer uma pesquisa prévia primeiro, e isso inclui verificar se o nome está disponível no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), se não existem nomes parecidos ou iguais em serviços/produtos similares e até mesmo se a fonética não é igual ou parecida com a de um concorrente.

Em linhas gerais, não é só ver se o nome está disponível, é muito mais que isso.
Em síntese, antes de criar uma marca faça a pesquisa e registre-a, simples assim. O motivo é igualmente simples.
Agora imagine que, depois de tudo isso, no final do processo, você descobre que a marca não pode ser registrada (e muito menos utilizada).

Todo esse tempo e dinheiro foram jogados fora. E daria para ter evitado isso tudo com uma pesquisa.
Por isso que falamos em segurança. Ao registrar sua marca você tem a segurança de que pode investir nela e posicioná-la no mercado sem medo de perdê-la.

 

2. A marca é uma propriedade

 

Esse é um ponto que deve ser dito sempre. A marca é uma propriedade imaterial, mas, mesmo assim, é uma propriedade (no jargão jurídico é um “ativo intangível”). Logo, se é uma propriedade, pode ser comercializada, vendida, cedida – as possibilidades são diversas. Agora como você irá vender algo que não tem como provar que é seu?

Ao fazer o registro da marca você recebe o Certificado de Registro da respectiva marca, que é um documento que prova que você é o titular dela. Isso torna o processo de venda muito mais simples, dá segurança ao comprador (e ao vendedor) e permite ganhar dinheiro com esse ativo.

Quando você compra um carro (ou um imóvel), não se preocupa em ter toda a documentação certa? Então aqui vale o mesmo raciocínio.
Você provavelmente acredita que isso só vale para empresas grandes, como a Apple, por exemplo, que, em pesquisa da Forbes, foi avaliada em 154.1 bilhões dólares. Mas não é verdade – isso também serve para pequenas empresas.

Obviamente esse tipo de coincidência é bastante raro, e não é algo que acontece todo dia. Mas o ponto principal é destacar que uma marca é um ativo muito importante para uma empresa, e sobre isso você já deve saber muito mais do que eu.

Isso sem contar que mesmo uma empresa pequena deve procurar criar uma marca bem posicionada no mercado, que atraia seus clientes e inspire confiança, e para fazer isso precisa ter segurança (e volto aqui ao primeiro ponto).

 

3. A marca é sua startup

As questões referentes à marca e a todo o universo da propriedade intelectual (patentes, invenções, direitos autorais etc.) são um ponto bastante importante para uma empresa.

Um ponto que devemos entender, e aceitar, é que um investidor sempre corre riscos ao investir em uma empresa (seja ela uma startup ou não), e que existe uma conta que é feita pelo investidor, que é basicamente a seguinte: Risco x Potencial lucro.

Em linhas gerais, quanto maior for o risco, maior deverá ser o potencial lucro para motivar o investidor.

O registro da marca, e todo um outro universo de questões jurídicas, serve precisamente para reduzir o risco. Durante uma negociação o investidor aceita certos riscos, que são próprios de qualquer negócio, mas outros ele não aceita. E quais são os tipos de riscos inaceitáveis?

 

Conclusão

 

A marca é algo muito importante. Demos muitos bons argumentos para convencer você disso. Então trate-a com o cuidado e atenção que ela merece, e isso inclui aspectos jurídicos. Inclusive, isso pode impactar a oferta de serviços de sua empresa.

Entendemos que aspectos legais e burocráticos não são tão apelativos e interessantes quanto temas como Marketing de Conteúdo e planos de negócio. Mesmo assim, se você investe tanto em sua empresa, seus processos, sua equipe e na do seu cliente, seja tempo, dinheiro e/ou esforço, o que custa tomar as precauções necessárias para ter certeza que ela é sua e da maneira que só a sua empresa sabe fazer?

 

Por estas e outras que REGISTRAMOS e obtivemos nosso Certificado de Registro da Duplo Foco ®, sua marca, seus produtos, seus serviços como são feitos e entregues, tudo aquilo que representa que nela está implícito, tácito, tangível, intangível, a potencialmente a se criar assim como distribuição de riquezas e conhecimento.

Enfim, a escolha é sua — fazer certo e ter certeza de seu investimento, ou navegar em um mar de incertezas sem saber onde vai parar…

 

Fontes
Geraldo Veiga- sócio-diretor da Duplo Foco- Consultoria e Gestão Empresarial
Luciano Del Monaco- advogado associado do escritório Vilela Coelho propriedade Intelectual

Certificado de Registro 907066518